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O Efeito Mulher Nua II

sexta-feira, agosto 25


O efeito libidinoso, não tem que ser necessariamente despoletado, pela nudez!
Ora reparem, dediquei parte destas férias a locais mais conservados, tentei procurar a essência de cada um deles nas mais variadas características, desde a gastronomia, fauna, flora, terminei nos Açores, terra de mulheres lindas. E foi nestas que encontrei a verdadeira essência da terra, inocentes, ingénuas, essas sim, despertaram-me a libido. São também, verdadeiras lagoas revestidas pelas árvores e plantas que, mistérios serrados daí surtem.
“Descalça vai para a fonte/Leonor pela verdura/Vai formosa e não segura.”

Qual nu, qual quê?! Ainda que vestidas de cima a baixo, venham todas as “Leonores”!

P.S. De qualquer forma, criando aqui um atritozinho com a heterossexualidade, a verdadeira libido, obtém-se através de um belo calendário pendurado na cabine de um camionista, com uma gaja nua sentada numa harley! (sem qualquer tipo de objecção da minha parte, atenção!)

Visão Dúbia

sábado, agosto 19


Minha habitué, é com grande contentamento pelos mais diversos e variados motivos que, ao passar os olhos pela página 102 da Visão, me deparei com uma grande referência à banda sonora da série The L Word, com direito a foto com grande destaque!

Decidi esquematizar esta página, para um melhor entendimento das minhas pseudo conclusões acerca desta abordagem que, no meu entender é bastante positiva.

1- Está inserida numa secção indiscutivelmente menosprezada, em Portugal (A Cultura), por sua vez é aquela que mais nos enriquece. Apraz-me ver a referência à série neste campo.

2- Com The L Word, são referenciadas quatro das melhores séries dos últimos tempos e respectivas bandas sonoras, tirem as vossas conclusões...

3- Uma pequena referência à palavra “boas”, aqui a confirmar o referido no ponto 2, mas com um acrescento meu, elas são boas no verdadeiro sentido da palavra... (até a Shane, personagem controversa aqui no blog. AR essa foi baixa :p)

4- A Visão é uma revista pertencente ao grupo EDIMPRESA, que curiosamente é associada à direita portuguesa (politica)...tirem as vossas conclusões também... (não acerca da minha posição politica, como alguém disse em tempos: “isso não interessa a ninguém, é do nosso foro intimo...” (profundo)

Ironias à parte, concluo que, The L Word é uma chapada bem dada àquelas pessoas que nos subestimam, ainda que a série e a sua banda sonora também seja pensada por heterossexuais, é talvez uma revolução, senão, a grande revolução na homossexualidade feminina.

Retórica

domingo, julho 30

As relações homossexuais são vividas com base nas relações heterossexuais? Socialmente perguntando...

Vira o ano e passa o mesmo (versão de: vira o disco e toca o mesmo)

segunda-feira, julho 17

Atrasada como sempre... Ainda relativamente às séries... Muito se fala em repetir o L word, em nada concordo com isto. Julgo que cada coisa tem o seu tempo e cada serie do L word também, repetirem a mesma serie duas,três, quatro vezes para quê?! (já agora no horário nobre...) Para isso servem os dvds, em tv é uma perca de tempo, mais para nós que para eles. A maior parte das pessoas não sabe que possivelmente está para vir a 5ª temporada (universo LGBT não incluído)! E cá, ainda estão a passar a primeira! Começar-se a passar a 2ª também não era nada mau... e passarem a primeira temporada para a RTP memória para aqueles que realmente querem a repetição!
Tem é que cada vez mais, existir uma maior oferta de variadas séries neste sentido :D, nas quais se viva e respire todo um universo comum e andrógino e (gajas boas)! Idealista eu sei... Mas tudo é possível no mundo cinematográfico portanto...
Caso para dizer: "Quaisquer semelhanças com a realidade são, (Im)puras coincidências..."
P.S: Transcrevendo uma breve passagem de um comentário ao post intitulado "Gaydar": "Quanto a quereres alguém, para dares umas beijocas, há os chats, e encontras várias raparigas com vontade de ter uns encontros, mas tens o hi5, e outros sites que tens várias raparigas com vontade de sair!Mas se arranjares amigas, pode sempre surgir um namoro! " estão aqui as melhores soluções para quem está a "sair dos armários", acrescento ainda, porque não ir para uma equipa de futebol feminino?! Assunto arrumado!
(De todo, ferir susceptibilidades)

Ser (ou nao ser) V (Ping Pong?!)

quinta-feira, julho 6

Androginia é originalidade?!Androginia refere-se a dois conceitos, a mistura de características femininas e masculinas, ou uma forma de descrever algo que não é nem masculino nem feminino. A maior parte das pessoas não sabe o que é ser androgeno e no entanto fazem-no inconscientemente, daí não haver originalidade nos actos psicologicos ou físicos.
Para mim é, uma pura, nua e crua adaptação à sociedade, generalizando. Há uma tendência cada vez maior, para que se disfaça a diferença entre masculino e feminino, assemelhando-se. Razões que têm essencialmente que ver com padrões sociais. Androginia, apesar de ser o feminino e masculino, deve sim, exercer uma nova natureza, e não serem facilmente identificáveis ambos os sexos, um de forma biológica, inevitavelmente, outro por questões de foro social ou não.
Androgeno, é o fantástico ser que um dia, use e abuse da sua igualdade passando esta pelo direito à diferença, sem o qual ninguém terá a oportunidade de levar às últimas consequências as capacidades contidas na sua natureza.
Por vezes, tenho a sensação que, as pessoas tentam atirar areia para os olhos dos outros, sendo os delas, os primeiros a estarem tapados.
Retomando o belo Banquete, quando Andro e Gynos foram divididos, continuavam a sentirem-se atraídos pelas almas por serem semelhantes. Uma pessoa hetero ou bissexual pode perfeitamente sentir-se atraída por outra com caracteristicas femininas e masculinas. Hetero traduz-se em androgynos (segundo o Banquete), logo algo se assemelha, algo os liga.

Ser (ou não ser) III (Pong!)

segunda-feira, julho 3

As mulheres são mulheres, como tal, independentemente de ser ou não inconsciente o facto de se vestirem mais ou menos masculinas, são mulheres.
Como pessoas, evidentemente que, têm que se sentir bem, consequentemente, como mulheres também. Se querem vestir-se de forma a associarem-se ao género oposto, começa a atingir outro grau, a transsexualidade. É o meu ponto de vista. E aí, ou se assume, ou foge-se. Ser homossexual feminino ou masculino é menos difícil que ser transsexual.
E assim termino, ao invés de um ponto final sobre este assunto, fica este texto como reticências, visto que este assunto tem pano para mangas. É do foro psicológico de cada um, uma coisa é o que se vê outra é o que vai por dentro do ser - humano e os métodos usados para camuflar o que realmente se é, o que se sente, ou então não. É-se e pronto.

Ser (ou não ser)

quinta-feira, junho 29

Essa primeira pergunta "Nasce homem ou sente-se homem???", isoladamente, descontextualizando, remete-me para a revista “Maria”.
Bom, fora de brincadeiras, ser ou não ser, aceitarmo-nos tal e qual somos, viver dia após dia constrangidos com a ilustre matéria que nos foi dada, para os nossos infindáveis sentimentos pelo mesmo sexo. Matéria esta que, confronta-se com um conteúdo dramaticamente distante e longe do ideal, refugiando-se ou não, em formas mais ou menos discretas para se ultrapassar a situação. Ora vejamos, uma mulher com uma t-shirt e calças de ganga largas e ténis, inevitavelmente, ao masculino será associada; como é que se dá a volta a esta situação para que sejam aceites na sociedade e para que elas próprias se sintam aceites, amadas, desejadas?!... T-shirt justa, calças justas e ténis. Ora, os elementos são os mesmo, apenas diferem no tamanho, não custa nada!
Deixando as ironias de lado, evidentemente que, em determinada fase de vida, há uma contradição evidente, entre o ser psicológico e o ser biológico. Aquilo que somos, manifesta-se segundo o ideal pelo qual se rege em sociedade, o homem ou a mulher. Há, inconscientemente, uma procura do ser, uma incessante busca de uma coerência entre o trascendente e a matéria, entre aquilo que somos e o que aparentamos ser.
Para terminar este assunto, e retomando e tomando como exemplo a noite do arraial, lamento que ainda, (e obviamente que continuará a existir), haja mulheres que tenham uma postura aparentemente bastante máscula, não lhes retirando o valor que têm enquanto ser humano, evidentemente. Mas na minha humilde e fantastica opinião, uma mulher quer-se Mulher tanto no seu interior como no exterior. Quando falo em mulher é, segundo o estereotipo reconhecido por todos, e que todas gostamos!

P.S. “Ah e tal, eu não sou menos mulher, apesar de aparentemente identificarem-me de imediato como um homem” (não fui eu que disse, é por ventura, no caso de alguém pensar isto)... (eis a questão)

Fuga Eminente

quinta-feira, junho 22

Não havendo necessidade de carimbar, pessoas, circunstâncias, acontecimentos, evidentemente que, temos que nos e “os” identificar de alguma forma.
Não é por acaso que todos nós temos um nome, não é por acaso que todos temos características que nos distinguem... É a lei da sociedade, julgar e sermos julgados, pelo nome, forma, cor, sexo...pelo bom ou pelo mau.
A busca constante de uma justificação termina sempre numa palavra, numa expressão que a define, que nos faz perceber o quê e o porquê.
É através dos rótulos que, no imediato sabemos onde estamos, para onde vamos e para onde queremos ir.
Os rótulos e os seus significados, quando pejorativos, são o motivo fundamental para a fuga eminente de situações para as quais julgámos estar preparados.
De qualquer forma acredito que, existam mais excepções do que a regra, acreditando que os rótulos pesam cada vez menos nas decisões alheias, neste caso sobre as relações homossexuais.

"nascere"

Nascer, do Lat. *nascere, por nasci

Nasce, terceira pessoa do singular, presente do indicativo do verbo Nascer

Começo, exteriorizo, apareço, manifesto, cresço, surjo, saio, provenho, formo, origino, sobressaio, sucedo, ocorro, constituo...
Sol...Manhã...Horizonte...

E desta forma imberbe, nasço e prossigo, esta indisciplinada viagem, pelo seu mundo comum a tantos comuns e invisíveis mortais, redundante, mas verdadeiro...

 

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