terça-feira, setembro 12
Porque é que 95,2% das lésbicas têm as unhas roídas?
(eu não tenho,nem a AR)
Este espaço serve o propósito de reflectir sobre a homossexualidade feminina! E outras coisas giras que vão aparecendo...
Porque é que 95,2% das lésbicas têm as unhas roídas?
(eu não tenho,nem a AR)
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Com Gelo
Porque é que 90% das lésbicas têm carros comerciais?
(eu tenho)
Tag AR
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8
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Os meus amigos straight resolveram, a meio da noite, que queriam muito ir ao Trumps, quem era eu para os contrariar? Entre eles estava uma amiga minha que nunca lá tinha ido.
Entramos e fomos até à pista que tem a música mais comercial, passagem pelo bar e assim que estávamos todos aviados, lá fomos para o meio da pista. Eu estava um pouco receosa que eles não se sentissem perfeitamente à vontade (pois tá bem).
A meio da noite mais uma volta ao bar e o grupo dispersou, uns foram ao WC, outros espreitar a outra pista, fiquei eu e a minha amiga estreante junto ao bar. Às páginas tantas ela vira-se para com um ar intrigado e diz:
Amiga – Explica-me uma coisa. Vocês vestem, quase todas, de forma informal, e porque é que aquelas Sr.ªs estão ali tão produzidas, e vocês nem sequer vão lá?
Eu dirijo o olhar para onde elas estavam, sorri.
Eu – Amiga, aquelas Sr.ªs são transexuais…
Amiga – Ai que ingénua que eu sou! (Gargalhadas mútuas)
Resultado, passou a noite com as tais Sr.ªs dançando e rindo…
Tag AR
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Anónimo
3
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Acabei agora de ler um romance publicado pela 1ª vez em 1952… 54 anos depois continuamos exactamente com os mesmos problemas, todas as verdades mantém-se!Tag AR
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Anónimo
9
Com Gelo
(Contribuições para o blog vão chegando, seja em histórias que me contam, seja em conversas MSN roubadas, aqui fica mais uma contribuição, desta feita via e-mail… A tod@s @s que quiserem contribuir o e-mail está à disposição…)Tag AR
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Anónimo
1 Com Gelo
Inicia-se aqui no LésbicaSimples, uma “secção” sobre cinema. Oportuno, visto que se aproxima o Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa. De uma forma descomprometida, escreveremos aqui, críticas e episódios sobre os filmes e não só. (a companhia que levamos, as reacções das pessoas, etc).
personagens. Um olhar pasmado acerca de vários dramas reais, subtilmente desviado pelo argumento, um pouco previsível, mas não menos interessante. Ingredientes como Penélope Cruz, Carmen Maura e Lola Dueñas, fazem destes 120 minutos a cores, um grande momento nas salas de cinema. Muitas gargalhadas escaparam de um público, conhecido como a “elite” da António Augusto Aguiar e dos seus arredores, na melhor sala de cinema do El Corte Inglês.
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4
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Se acham que eu tenho admiração pela Ana Zanatti, então vejam a conversa em MSN, que tive com a amiga que me ajudou a sacar a foto do post anterior.Tag AR
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Anónimo
5
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Hoje apetece-me fazer um tributo à voz (e não só) mais sexy deste país!Tag AR
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Anónimo
14
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No dia seguinte ela convida-me para ir a casa dela. Lá fui eu com o coração nas mãos. Repetindo baixinho o mantra “eu consigo, eu consigo, eu consigo!”.
Sentei-me no chão (que cliché), ela no sofá. Conversamos durante muito tempo, sem nunca tocar no assunto, até que inevitavelmente o assunto surgiu. Fomos falando do toque, da ternura, do sentir do momento, até que quando dei por ela, já ela estava no chão à minha frente.
Daí ao beijo foi um instante. Não foi roubado. Foi suave, daqueles quase em câmara lenta. Ela iniciou-o e terminou-o, eu limitei-me a seguir a passada e a deixar-me sentir o meu primeiro beijo.
(Que romântico, que lindo, aplausos!!! Pois, mas como devem calcular ainda não terminou a festa…)
Estava eu a recuperar do meu 1º beijo, da sensação quente e doce, mal tinha aberto os olhos para olhar aquela (até se me falta o adjectivo) beleza atordoante! Quando a oiço a comentar o beijo.
(Pelo amor de alguém!!! Como é que é possível? O que lhe passou pela cabeça, para comentar o meu beijo? Que raio! Está uma miúda (yes I was a kid) atordoada, insegura, sem saber o que fazer a seguir, e a Sr.ª comenta-me o beijo? Qual Marcelo Rebelo de Sousa? Só faltou dar-lhe uma nota!)
Corei violentamente, fiquei sem saber o que fazer, tudo em mim se embrulhou… Calor, tanto calor que eu senti… (Agora reparem no estilo, é só classe! O que vale é que a adolescência é uma doença que melhora com o tempo!)
Eu – Acho que preciso de pensar!
Ela (confusa) – Precisas de pensar?!
Eu – Sim, e aqui não consigo.
Ela – (…)
Eu – Vou sair, preciso de ar, preciso de pensar.
Ela – E para onde vais pensar?
Eu – Para o café, aqui em frente, já volto. Desculpa-me, mas preciso de sair!
Saio pela porta, com aquele comentário a ressoar-me na cabeça… Saio sem saber porque saía (hoje sei “mariquinhas, pé de salsa”)! Chego ao café, peço uma água. De onde vinha tanto calor, que calor, que tempestade interior: “Será que ela gostou? Será que correu bem? Será que me volta a beijar? Porque raio saí eu? Estúpida, estúpida, besta! Mas o que raio quer dizer «que macia»? Nada apropriado a um beijo… Um beijo na televisão é quente, ou arrebatador, ou terno… Agora macio??? Macio??? Macia??? O que é isso? Como se aplica a um beijo?!”
Levanto a cabeça olho para a frente, ela está a sorrir (que ar de gozo que ela trazia, gozo do bom, do feliz). Que linda meu Deus, que beleza atordoante… Senta-se, não pára de sorrir, o meu ar de desespero devia ser por demais evidente. Ela não fala, limita-se a sorrir, e nisto sinto o seu pé a subir-me pelas pernas, na base das calças!
Eu – Estás doida? Olha as pessoas!
Ela – Ninguém vê…
Eu – Tu estás a matar-me, sabes disso não sabes? Eu vou ficar a bater mal por muito tempo.
Ela – Anda, vem comigo, se é para te matar ao menos deixa-me fazê-lo como deve ser! (Não se atrevam a pensar nisso! Não foi isso que aconteceu, isso é outra história, não para blog)
Haja mulheres assim. Beijos macios. E mortes lentas, desejadas e que nos fazem tocar, por momentos, o céu!
Perdi a inocência, mas em compensação já sei beijar e nunca mais fugi do que quero!
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Lá vou eu na companhia da minha garrafa de água até ao WC, entro e fecho a porta… Esperei, esperei até achar que ela já não vinha (pior que os 60 segundos anteriores, transpirava, tremia, respirava a custo). Ela bate à porta, eu abro e deixo-a passar, ela senta-se no tampo da sanita, olha-me e diz:Tag AR
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Anónimo
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escassos minutos de Lisboa, Sintra (Monte da Lua).Hoje descobri mais um dos inúmeros recantos, refundidos desta vila, quando julgava já conhece-los todos. Pois é, deveras surpreendente, a magia que insiste em girar em torno de toda aquela serra, um sabor romântico, um semblante majestoso no salpicado verde cromático.É impressionante a energia misteriosa que se apodera da nossa pessoa, independentemente do recanto, todos eles são fantásticos.Sempre com o Palácio da Pena e o Castelo dos Mouros como plano de fundo, como se de uma cena de um filme se tratasse, em que tudo o resto gira em torno destes.Vale a pena recarregar baterias neste Promontorium Lunae, como antigamente lhe chamavam. São raros os dias em que o tempo permite ver com clareza o pico mais alto da serra, no qual se encontra o palácio, hoje foi um desses dias. Senti Sintra na íntegra, incondicionalmente, respirei, senti-me imortal e com forças para enfrentar as tempestades da vida. Tudo parece muito mais simples.Sintra é para digerir calmamente...Experimentem e procurem os recantos refundidos... ;)
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LiveJustNotSurvive
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Isto de estar de férias, às vezes, proporciona-nos encontros imediatos com o passado! Neste caso, ao virar uma esquina, esbarrei com o meu primeiro beijo. Um encontro ocasional, fortuito e rápido, que me trouxe horas de recordações!Tag AR
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Anónimo
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Com Gelo
amigo de largos anos que, ela queria conhecer mais raparigas, para assim fazer mais amizades com pessoas do mesmo sexo, visto que aparentemente, os amigos que tem são quase todos masculinos. Iniciei o questionário, julgando eu, inconsequente. Primeira pergunta: “are you gay?”, à qual ela me responde: “no, i’m not, lol”
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LiveJustNotSurvive
2
Com Gelo